
O pai de uma aluna de 12 anos, que cursa a 7ª série do Ensino Fundamental esta processando a escola pelo uso de um pênis de borracha nas aulas de "Educação Sexual".
De fato, nem tudo o que há dentro de uma loja como essa pode ser considerado "pornográfico", porém certamente alguns objetos o são, e não é preciso ter muito pudor para decidir quais serão taxados de pornográficos ou não.
Pois bem, agora o que acontece é que, na Escola Estadual Pio X, em São José do Rio Preto (SP), um pai de família, o senhor Renato Martinez, recebe a noticia que um desses objetos foi colocado em um Kit de "Educação Sexual" e trazido para a sala de aula. Lá, sua filha de 12 anos foi exposta a um pênis de borracha "educativo".
Não quero ser o tipo moralista fanático inocente, pensando que a menina, uma pré-adolescente, já não possa ter tido contato com esse tipo de material por conta própria, a questão não é a sexualidade dela, mas sim o abuso do poder estatal, que compra com o dinheiro público, e expõe crianças, sem o consentimentos dos pais, a esse tipo de estimulo, sem que esses pais possam fazer alguma coisa sobre o assunto.
Logo aparece a dirigente regional de ensino, Maria Nakaoski, dizendo que o programa de Educação Sexual tem ajudado a diminuir os casos de gravidez. Uma representante do Ministério da Saúde, Mariângela Simão, diz que o objeto era um instrumento usado em "teatros", "dramatizações" e "aulas práticas" pelo Brasil afora. Beleza!!! Agora deixa ver se entendi! Um Pênis de Borracha, um objeto pornográfico, altamente erótico, é levado para um sala de aula de crianças pré-adolescentes. Lá, ocorrem "teatros e dramatizações" utilizando o tal material, assim como "aulas práticas"? Mas que negocio é esse??? Estão ensinando nossas crianças a fazer sexo. A união estável, com compromisso matrimonial, esta sendo totalmente abolida e ainda utilizando objetos pornográficos para isso. Só falta agora convidarem a Vivi Fernandes, ou o Alexandre Frota, atores de vídeos pornográficos no Brasil, para ensinarem nas nossas escolas. Ou melhor ainda, talvez o governo poderia criar uma Pasta Ministerial e nomear um desses para ministro, quem sabe ministro do "Sexo na Escola".
Bom, para completar essa história, surge o senhor promotor da Infância e da Juventude, José Heitor dos Santos, dizendo que não há problema, em nome da informação, levar para a sala de aula, veja bem, "Cartazes, fotos e objetos" que "auxiliem" a explanação do assunto. E para terminar, anuncia justamente aquilo que esse governo marxista, calcado na ânsia de fragmentar as instituições familiares do pais, conseguiu com os 18 anos de ECA. Ele, o tal promotor, diz que: "Cabe ao responsável opinar, mas não decidir que conteúdo vai ser dado em sala de aula, que é função do estado."
Junto a toda essa miserável realidade, surge a noticia de que "Adolescentes são filmados fazendo sexo oral no vestiário da Escola Estadual Ulysses Guimarães em Belém do Pará", adolescentes, de 13 e 14 anos. Na reportagem, exibida pela Globo News uma mãe argumenta que: "Eu como mãe fiquei muito triste. Se ninguém fizer nada, cada vez vai ficar pior a situação. Não só lá, né? Como nas outras escolas também."
Eram considerados bons alunos. Será que participaram da aula de educação sexual? Não obstante uma psicóloga ainda diz que : "quanto mais esclarecimento, o adolescente vai se sentir mais seguro, vai valorizar mais o seu corpo, vai valorizar o outro. Vai ter uma melhor comunicação entre eles e poder evitar esse tipo de constrangimento."
Se queremos tirar nossos filhos desse lixo, somos considerados bandidos, infratores de leis que punem pais que querem proteger seus filhos dando a eles uma educação moral centrada nos valores de família, compromisso, responsabilidade e amor. Sim, o Homeschool não passou, o direito das famílias assumirem a educação de suas crianças, protegendo-as contra os abusos da doutrinação libertina do estado não foi observado. Que Deus tenha piedade de todas as nossas crianças, pois essas noticias evidenciam o caos que está instaurado mediante a perda dos valores conservadores de nossa sociedade.
Oclécio Cabral


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